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Perguntas teonistas não-respondidas

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Este artigo contém uma lista de perguntas não-respondidas elaboradas por teonistas acerca dos assuntos abordados pelo Teonismo. Se você souber a resposta de alguma destas perguntas, favor comentar na página de discussão.

Ciência em geral Edit

Superstição Edit

  • Por que os cientistas admitem coincidências, acasos e superstição (i.e. sorte[1]) como hipóteses para responderem a algumas perguntas científicas (ex.: surgimento de mutações), mas fortemente relutam em considerar Deus como uma hipótese viável mesmo com tantas evidências arqueológicas que suportam a Bíblia e o testemunho de milhares de anos de contato entre Deus e os homens incluindo os dias de hoje? Resumindo: por que superstição é aceita em ciência e Deus não?

Evidências e interpretações Edit

  • As evidências são da natureza, mas suas interpretações são sempre humanas. Por que, então, há tanta fé nas evidências ignorando-se as evidentes possíveis manipulações?

Biologia evolutiva Edit

Casa do joão-de-barro Edit

  • Como o joão-de-barro pode ter "aprendido" a fazer a sua casa tão diferente do simples ninho comum de galhos dos demais pássaros?

Incremento de informação no DNA Edit

  • Esse é um dos grandes argumentos do Design Inteligente, em 2 etapas:
    • Há alguma experiência ou evidência fortíssima testável semelhante que tenha revelado que a seleção natural é capaz de aumentar as informações num código de DNA?
    • Há alguma evidência real de que, caso isso tenha sido observado, isso tenha realmente acontecido na Natureza e levou à Macroevolução? (valendo lembrar que afirmar que o fato de animais modernos terem mais informação do que os antigos não é uma evidência, uma vez que é justamente essa relação que está me cheque; algo deve ser levantado justamente para mostrar que essa relação de incremento de informação é verdadeira e não somente ilusória e, em termos de evidência, especulativa).

Explosão de vida do Cambriano 1Edit

  • A mesma pergunta de sempre: como isso se enquadra na árvore da vida?

Explicação Edit

Ver:

Explosão de vida do Cambriano 2Edit

  • Por que a explosão Cambriana é pouco comentada por biólogos em seus livros de biologia? Por que esta afronta à teoria darwiniana é simplesmente ignorada (ou seria melhor dizer, escondida, omitida?) ao invés de termos um debate aberto e confissões diretas de grandes biólogos como Richard Dawkins a respeito destes fatos? Isso não fere com a ética científica: a omissão de dados para defender uma teoria amada pelos cientistas [sobretudo ateus] ao invés de apresentarem os dados ao público tanto quanto o fato da seleção natural e da genética?

Fonte para alegações: [4]

Evolução: uma teoria Edit

  • Quando que a Teoria da Evolução passou a ser chamada de teoria?

Explicando Edit

Questiono isso porque, de acordo com um biólogo que apareceu num documentário [evolucionista] acerca do julgamento que ocorreu nos EUA entre Design Inteligente e Evolução[fonte?], uma teoria recebe esse nome porque foi provada e testada várias vezes e sobreviveu a esses testes. Gostaria de saber se, na época em que a Evolução foi chamada teoria científica, já havia sido feitos vários testes para prová-la.

Celacanto, Tubarão-cobra e outros "fósseis vivos" Edit

  • Se a evolução nos aspectos de "macroevolução" ocorre em milhões de anos através de mutações e seleção natural, e se os peixes evoluíram para os animais terrestres e os répteis para os mamíferos, isto é, se em todos esses milhões de anos de fato houve muitas mutações para que isso acontecedesse, porque não há modificação significativa entre um fóssil de celacanto datado como tendo mais de 200 milhões de anos e um celacanto moderno? A mesma coisa para os crocodilos, tubarões-cobra

A origem da questão Edit

Segundo a biologia evolutiva, os animais existentes na Terra na atualidade são o resultado de milhões de anos de sucessivas seleções naturais causadas por mutações genéticas. De fato, quando olhamos muitos fósseis encontrados é possível criar-se uma "linha do tempo" em que cada ser vivo teria evoluído, de um para o outro.

No entanto, um Tubarão-cobra, por exemplo, era encontrado em fósseis datados em 80 milhões de anos. Em todo esse tempo, o mínimo que se poderia esperar era a evolução deste animal para algum outro. Mas o que se tem é que há exemplares idênticos (ou praticamente idênticos) destes animais vivendo hoje em dia. A pergunta é: 80 milhões de anos sem evoluir, enquanto que foi esse o tempo necessário para a morte dos dinossauros, o surgimento das aves e toda a evolução humana? Como explicar essa "imutabilidade" de uma espécie em tanto tempo enquanto que o resto do mundo evoluía?

O mesmo é referido para os celacantos. Tidos como um animal extinto que teria vivido nos períodos mezozócio e paleozóico[2], foram encontrados celacantos praticamente idênticos na costa da África há decadas atrás. A pergunta: milhões de anos sem ter sofrido nenhum conjunto de mutações significativos, enquanto todo o resto da natureza sofreu?

Cianobactérias Edit

Esta pergunta é semelhante à anterior.

  • As cianobactérias são tidas como "parentes" das bactérias primitivas que, um dia, teriam vivido próximo à origem de todos os seres vivos. Se elas são tão antigas em vivência, por que não evoluíram significativamente em todo esse tempo, mesmo sendo justamente as bactérias as mais suscintas a mutações? Por que houve bactérias que evoluíram e outras não? Em todo esse tempo a "sequência correta de evolução" não foi seguida pelas cianobactérias?

Seres vivos antigos na atualidade Edit

Esta pergunta é o conjunto das duas anteriores, expostos de uma forma mais genérica.

  • Tendo em vista os milhões de anos de evolução, não era de se esperar que todos os seres vivos que viveram no passado já tivessem evoluído de alguma maneira para os modernos? Por que houve algumas espécies que simplesmente se estagnaram na evolução enquanto que todos os outros evoluíram? Se o processo é ao acaso, não seria forçoso afirmar que estas espécies "não tiveram sorte" no acaso e nunca sofreram alguma mutação significativa, ou nunca encontraram "o caminho" de mutações necessárias para evoluírem?

Fósseis transitórios Edit

  • Existem fósseis transitórios de fósseis transitórios, de modo que confirmem que os segundos são, realmente, transitórios?

Explicando Edit

Segundo os evolucionistas, há fósseis transitórios que provam que répteis evoluíram para as aves (Archaeopteryx), peixes para anfíbios (Tiktaalik roseae), etc.. É notável que estas espécies transitórias contém marcas de ambas as linhas evolutivas que pertencem: a da qual vieram e a da qual "estavam indo". Por exemplo, o Archaeopteryx possui muitas características de réptil, e ainda assim possui penas para, no mínimo, planar.

No entanto, apenas haver uma espécie com características partilhadas não é logicamente suficiente para se afirmar que ela é a marca da passagem de um grupo para outro. Em outras palavras, é logicamente viável que haja um animal que possua características tanto de um peixe quanto de um anfíbio, uma vez que tais características são notadas e esquematizadas segundo observações humanas, e não da natureza (isto é, a Natureza não "pensa" se está a "criar" um peixe ou um anfíbio; o que caracteriza se tal indivíduo é peixe ou anfíbio são as classificações humanas em cima de características naturais). Assim, é perfeitamente possível que um "fóssil transicionário" tenha aparecido na Natureza sem que ele tenha servido de elo a alguma evolução.

O problema está justamente nisso. Mesmo que haja um fóssil com as características transicionárias datado justamente do período que se esperavam que eles aparecessem segundo a Teoria da Evolução não significa que eles tenham realmente sido elos evolucionários, mas tudo seja uma mera coincidência (um termo muito utilizado por cientistas quando se trata de milagres e, portanto, não seria difícil de se aceitar nesta situação). Além do mais, é perfeitamente plausível que Deus tenha criado tais seres por algum motivo particular desconhecido, de modo que sua existência não serve como evidência da Evolução, uma vez que se encaixa perfeitamente na teoria criacionista [da terra velha].

O que realmente poderia indicar - não provar, mas fortemente indicar - que tais fósseis são realmente fósseis transitórios seriam "fósseis transitórios destes fósseis transitórios". Por exemplo, mil exemplares de animais em estado fóssil revelando as mutações ocorridas entre um réptil até o Archaeopteryx, e depois outras mil espécies em fóssil entre este e a primeira ave. Sem tal evidência fosse encontrada, afirmar que o Archaeopteryx seria uma mera coincidência em características e tempo seria absurdo. A questão é: tais evidências existem?

Existir significa evoluir? Edit

  • O fato de dois seres parecidos terem existido em tempos diferente significa que um tenha vindo do outro?

Explicando Edit

Ao que parece, para os evolucionistas a resposta é "sim". Nota-se que o que leva aos evolucionistas concluírem que o ser humano descende, por exemplo, do homo erectus, não é um registro detalhado da ligação entre um e outro, mas meramente a evidência fóssil de que o segundo existiu e a evidência temporal de que existiu antes dos seres humanos, relacionado ao princípio de que a evolução existiu sem interrupções (isto é, desacreditando a história do livro Gênesis).

Para entender-se o problema por exemplo, apresenta-se esta história:

Em dada situação hipotética, são conhecidos dois indivíduos: Abert e Brems. Albert é brasileiro do século XXI; é um homo sapiens afro-descendente e jovem, cuja origem familiar é questionada e o governo brasileiro está em busca de suas origens. Brems não existe mais. Ele foi um escravo tradizo da África pelos portugueses no início do séc. XVIII e as informações acerca de descendentes é completamente desconhecida, bem como de seus antecedentes.
Em meio a esta situação, peritos são convocados para tentar identificar a ascendência de Albert. Eles analisam os dados existentes e descobrem que, em tempos anteriores, Brems viveu. Eles também têm acesso à ossada de Brems e constatam, após análise do DNA, que os DNAs de Albert e Brems são bem parecidos. Constatam que Brems também foi um ser humano afro-descendente e que viveu antes de Albert. Por fim, descobrem que, apesar de não se ter registros de descendentes, Brems realizou relações sexuais enquanto vivia. Isso tudo os leva à inevitável conclusão: Albert é descendente de Brems.
À princípio, a história tem-se por resolvida e os resultados são publicados. No entanto, tão logo ela é posta no domínio público, um dado desconhecido aparece alegando possuir os registros históricos que provam que Albert não é descendente de Berns, mas de um tal de Carl, cuja existência é duvidosa. Chamado a comparecer numa corte, ele apresenta, escrito em papel, a genealogia de Albert até Carl com todos os nomes de seus antecessores, ligando-o até Carl. Após algum tempo de discussão e pesquisa, verificou-se que o papel tinha respaldo histórico e compreendendo-se que Carl se enquadrava como antecessor de Albert, a idéia inicial de que foi Brems o seu parente do passado é descartada e Carl assume a sua posição.

Transportando-se esta história hipotética para a realidade, verfica-se que ela é em muito semelhante com a da Evolução. Albert representa todos os seres humanos com suas respectivas características. Brems é um hominídeo qualquer que, segundo o que se crê, foi antecessor dos seres humanos. Há o conhecimento de que ambos, seres humanos e este hominídeo, eram parecidos (na história, humanos afro-descedentes, enquanto que na biologia tem-se as características fenotípicas), testes de DNA foram realizados e constatou-se a sua semelhança e a idade de cada um é compatível com o que a teoria evolutiva propõe. Por fim, a questão das relações sexuais representa a seleção natural.

Na história, viu-se que as informações eram compatíveis e, por isso, a ligação foi tida como verdadeira. Semelhantemente ocorre na Evolução. Só que houve um momento onde um documento, apresentando os nomes dos descendentes de Albert foi apresentado e este o ligava a outro parente. Semelhantemente, a Bíblia é um documento historicamente (e arqueologicamente) comprovado como em muito correta, e ela apresenta uma linha genealógica com nomes de todos os antecessores dos seres humanos, segundo uma linha principal, até o seu verdadeiro antecessor: Adão. Logo, não seria lógico trocar as aparências da pesquisa pelo registro impresso e histórico com todos os nomes da genealogia?

Ora, se há uma fonte escrita bem mais precisa (afinal, nomes são apresentados e há o respaldo arqueológico e histórico, ao contrário de meros "chutes" no tempo) é apresentada como contra-argumento, porque insistir naquela que possui menos respaldo? Agora porque Brems existiu, Albert veio dele simplesmente porque eram parecidos e o tempo entre eles permitia? Será que porque os hominídeos, de fato, existiram, necessariamente descendemos deles?

Estado de conservação Edit

  • Tendo-se em vista o estado de péssima conservação dos fósseis de muitos dos hominídeos, não são altas as chances de haver tamanha desfragmentação em sua forma que tenha resultado em erros nas análises neles feitas?

Existe alguma prova? Edit

  • Existe alguma prova definitiva e inquestionável da "(macro)evolução", ou apenas evidências que a suportam?

Existem evidências da macroevolução darwiniana? Edit

  • Tomando-se "evidência da macroevolução darwiniana" como uma evidência que somente aponte para a macroevolução que necessariamente ocorreu sem a intervenção de alguma entidade sobrenatural (i.e. mutações aleatórias não-guiadas), não podendo ser explicada de outra forma, existe alguma evidência que suporte a macroevolução darwiniana? - Lembrando que a verdade acerca da microevolução (isto é, microevolução já confirmada) não se enquadra como resposta, uma vez que a micro é perfeitamente cabível dentro da teoria criacionista.

Abiogênese Edit

  • Existe alguma prova (ou conjunto de fortes evidências) que realmente indiquem que a teoria da abiogênese está correta? Ou ela é apenas uma suposição lógica tapa-buraco para "preencher" o vazio deixado pela pergunta resultante da Teoria da Evolução "de onde veio o primeiro ser vivo"?

Os sete dias da semana Edit

  • Onde se enquadra, no processo evolutivo, a "tradição" de todos ou quase todos os povos da Terra de, embora tenham se diferenciado no calendário entre lunar ou solar, possuírem suas datas divididas em sete dias exatamente como propõe a idéia criacionista, sendo que tal divisão não é embasada em nenhum fenômeno da natureza?

Explicando Edit

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Esta pergunta é originada de uma observação feita por Aldemir Aparecido Luiz, na Bíblia On Line[3], onde ele comenta o fato inusitado de, embora haver divergências quanto ao método de divisão do calendário entre solar e lunar, todos os povos antigos compartilham a mesma divisão de semanas divididas em sete dias tal qual propõe a história da Criação. Para o criacionismo, esse fato é facilmente explicado pela questão da própria Criação, onde Deus determinou a semana como seis dias de trabalho, onde Ele trabalhou na recriação do mundo, e um de descanso. Se a história do Gênesis fosse exclusiva da tradição judaico-cristã e só fosse embasada segundo o Antigo Tesamento/Torá, então esta divisão seria perfeitamente explicável por parte do povo hebreu e, após modificação, dos povos que adotaram o Cristianismo em maioria. No entanto, esta divisão é visível na história dos povos antigos não-hebraicos, o que leva ao questionamento de que, se a história do Gênesis é exclusiva do judaísmo/cristianismo, por que os outros povos adotaram o mesmo sistema havendo muitos outros para serem utilizados? Por exemplo, é bem mais provável que os povos tivessem preferido o sistema decimal, sendo este muito mais prático para se fazer contas.

O problema é visto quando se tenta colocar este fato sob os aspectos evolutivos. É fácil afirmar que os povos antigos, tomando-se a idéia da Criação como falsa, tenham criado sistemas de calendários diferentes e bem assim terem usado o sol e a lua como referência. O fato de que se tratava de várias famílias já espalhadas pelo globo explica o porque da preferência de uns pelo sol e de outros, pela lua, e o fácil acesso a estes dois corpos celestes explica o porque da preferência a estes dois e não a uma estrela distante qualquer. No entanto, não há como reunir idéia semelhante à contagem das semanas em sete dias, pois se os povos estavam espalhados, mesmo que um tivesse essa idéia (o que já é difícil tendo em vista a natural preferência pelo sistema decimal), não faz sentido o caso de muitos outros povos do outro lado do globo terem aceitado o mesmo sistema. Poderia-se supor que houve uma troca de informações gradativa entre os povos de modo que aquele que teve a idéia dos sete dias acabou recebendo a maioridade da aceitação, mas por que isso não ocorreu também com o calendário solar? Afinal, o sol é um ponto de referência mais favorável do que o da lua e, no entanto, não obteve plena aceitação, enquanto que um número ruim (o 10 é melhor) teria recebido aceitação majoritária sem haver necessidade para isso. Poderíamos também supor a existência de um reino antigo que dominou grande parte do mundo e estabeleceu o seu sistema, mas não há evidência de tal reino.

Há também a simples questão da origem. O problema de se supor que isso tenha vindo da evolução como parte da decisão de uma família primordial é que, tendo em vista que o sistema decimal é largamente aceito como o melhor e que o sistema de sete dias para uma semana não é embasado em nenhum fenômeno natural (tal qual o sol é para o calendário solar), não faz sentido afirmar que eles optaram por esse número em vista de deixar o calendário solar ou lunar numa forma mais bem organizada numa época em que calendários não existiam e tampouco a matemática ou astrofísica/astrologia era tão desenvolvida para providenciar os cálculos de calendário. Não há fenômeno ou conhecimento disponível numa época remota de seres humanos antigos (ou mesmo já com os hominídeos) que poderia ter levado a estes a adotarem um sistema não-decimal de medição de datas, além de que é muito forte e afirmação de ser uma mera coincidência com o relato do Gênesis.

Por fim, tem-se a dúvida: por que o largo uso de sete dias por semana se esse número não é favorável aos cálculos e como que ele obteve aceitação maioral em toda a Terra numa época onde os povos estavam bem distantes e sem meios bons de comunicação? E por que, de todos os números possíveis, essa "coincidência" com o relato do Gênesis?

Pica-pau Edit

  • O pica-pau gosta de comer vermes do interior das árvores porque evoluiu para isso, ou evoluiu de forma inútil para só depois comer os vermes das aves como que "soubesse que um dia viria a comê-los"?

Explicando Edit

O pica-pau é conhecido pelo seu complexo físico que faz com que seu cérebro suporte as fortes pancadas que executa quando em procura de vermes dentro das árvores. O intrigante é que o seu "sistema especializado de alimentação" só possui perfeito funcionamento em conjunto: a menos que todos tenham evoluído simultaneamente (algo cuja probabilidade é naturalmente baixa), não faz sentido, diante do mecanismo da seleção natural, que o pica-pau tenha surgido. A única resposta que um evolucionista poderia responder é a mesma que se apresenta para a complexidade irredutível - partes do todo poderiam ter sido utilizados em outra função até terem se adequado a atual. Mas como? Por exemplo, o bico tem um formato muito útil par penetrar cascas grossas; de fato, o pica-pau "pré-histórico" poderia tê-lo utilizado com alguma vantagem. Mas e a língua cumprida? Se o bico evoluiu primeiro, a língua teria ficado pequena demais e todos os futuros p-p não teriam existido. Se, todavia, a língua evoluiu primeiro, em que isso seria útil? E por que somente os p-p (pelo que sei) conseguiram esta mutação com tantas aves existentes e se ela apresentava alguma vantagem?

Assim:

  • Se primeiro os vermes passaram a ser o alimento do pica-pau antes dele ter evoluído para o estado de cap, então ele teria morrido de fome, uma vez que ainda não estava evoluído o suficiente para comê-los.
  • Por outro lado é impossível que a ave tenha evoluído primeiro porque a seleção natural jogaria fora um mecanismo inútil.

Ateísmo Edit

Utilidade prática Edit

  • O ateísmo já trouxe alguma utilidade prática ao mundo, alguma coisa realmente boa? Em outras palavras, desconsiderando-se a afirmação de que o "ateísmo liberta o indivíduo da ignorância" e coisas parecidas, bem como o apoio à ciência que este proporciona, o ateísmo já trouxe algum bem proveitoso do ponto de vista prático, não ligado ao conhecimento? Isso pode ser comparado aos testemunhos de mulheres que foram libertas da prostituição, drogados dos seus vícios, casamentos restaurados e relacionados com respeito à salvação em Cristo. Alguma vez o ateísmo levou algum indivíduo a esse tipo de salvação que se consegue com a fé em Jesus?

Críticas ao Cristianismo Edit

  • Além dos "problemas" concernentes à origem da vida (Gêneses x Evolução) e à existência (ou não) de Deus, existe algum outro ponto no Cristianismo que é criticado pelo Ateísmo de forma racional? Em outras palavras, existe alguma crítica racional para o Cristianismo que não nos pontos da Origem da Vida e da existência de Deus?


À pessoas específicas ou grupo de pessoas específicas Edit

Ateus Edit

  • Segundo o que sei, nenhum ateu "digno" crê ou admite a existência (acontecimento) de milagres. Muitas vezes o termo "coincidência" é utilizado para explicar tais eventos, inclusive. No entanto, há algum ateu que tenha formado sua opinião acerca de milagres tendo presenciado um? Em outras palavras, todo o "conhecimento" ateu sobre milagres é retirado de momentos em que os próprios ateus estiveram presentes numa situação em que um grupo atribuiu um dado acontecimento à uma obra divina, um milagre, enquanto que eles souberam dar uma resposta melhor ou simplesmente souberam a verdadeira causa, ou toda a perspectiva ateísta é fundamentada sobre escritos de outras à respeito e testemunhas alheias?

Richard Dawkins Edit

  • Dentre as críticas criacionistas ao Evolucionismo, uma delas, mais diretamente à questão da macroevolução, afirma que a Teoria da Evolução não é uma teoria científica porque ela falha em não se adequar aos requerimentos para que uma teoria seja científica, especificamente no caso de que uma teoria, para ser científica, precisa ser observável, e a macroevolução não é algo observável por demandar muito tempo para que ocorra[4]. Daí, surge uma pergunta que pode ser dividida em duas partes. A primeira é: o que os evolucionistas normalmente respondem a esta acusação? Realmente a macroevolução não deveria ser considerada pela comunidade científica porque não é observável de acordo com os padrões científicos, ou os cientistas estão certos em negligenciar este ponto desta vez, ou ainda a acusação é errada? E a segunda parte é: tomando-se como a acusação sendo verdadeira e realmente a macroevolução não se enquadrando em todos os padrões científicos para uma teoria, porque a comunidade científica aceita fazer essa "articulação especial" (special pleeding) com a Evolução mas não aceita a realização do mesmo com o criacionismo científico, sendo que é sob esta mesma acusação que os evolucionistas o têm como pseudociência? Não se esquecer de que afirmar que existem evidências convincentes para a macroevolução que forçam os cientistas a fazerem esta "articulação especial" não é satisfatório uma vez que muitos consideram existir muitas evidências para a Criação do mesmo modo; admitir isto como uma defesa da macroevolução forçaria-nos a aceitar a mesma argumentação em defesa do criacionismo científico.

Referências Edit

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