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Esta é a uma lista compreensiva contendo falácias

Taxonomia Edit

Há mais de uma taxonomia para as falácias reconhecidas na filosofia. Quanto a isso, esta lista deverá ser organizada utilizando-se primariamente a Wikipedia anglófona e o site Fallacy Files como referência.

Para esta lista, todos os sites e livros dedicados ou autoritativos sobre o tema poderão ser considerados. Isso inclui: a Wikipédia lusófona[1] e a anglófona[2], Acontrario[3], Afterall.net[4], O Guia de Falácias Lógicas do Stephen[5], a lista de Matthew[6], o Dicionário Escolar de Filosofia[7], Fallacy Files[8][9], Galilean Library[10], Logical Fallacies[11], Literacy Education Online da St. Cloud State University[12], Positive Atheism[13][14], The Skeptic's Field Guide[15], Toolkit for Thinking[16] e Changing Minds[17].

Numa primeira parte, as falácias serão apresentadas de acordo com a classificação clássica entre falácias formais e informais. As falácias formais podem ser divididas em vários grupos, entre eles: as proposicionais, as probabilísticas, as silogísticas, as quantificacionais, as modais, as de "má razão" (ou mau raciocínio) e as demais.[2][9] Por outro lado, as falácias informais podem ser divididas entre: as de unilateralidade, ambiguidade, Red herring, "sem causa por justa causa", imprecisão, petição de princípio, de analogia fraca e as demais.[9]

Falácias formais Edit

Falácias formais são argumentos que são falaciosos devido a um erro em sua forma ou estrutura técnica.[18] Todas as falácias formais são tipos específicos de non sequiturs.[2]

Proposicionais Edit

Nome Descrição Outros nomes R
F/I G
Afirmação do consequente o antecedente numa condição indicativa é tida como verdadeira porque o consequente é verdadeiro; se A, então B; B, logo A. [9]
Negação do antecedente o consequente numa condição indicativa é tida como falsa porque o antecedente é falso; se A, então B; não A, logo não B. [9]
Afirmação de uma disjunção conclui que uma disjunção lógica precisa ser falsa porque a outra disjunção é verdadeira; A ou B; A; logo não B. [9]
Comutação dos condicionais Falácia do Conseqüente; Convertendo uma Condicional [9]
Falácia do silogismo disjuntivo Negando um conjunto [9]
Transposição incorreta [9]

Probabilísticas Edit

Nome Descrição Outros nomes R
F/I G
Falácia da taxa base utilização de evidência fraca para fazer um julgamento de probabilidade sem levar em consideração statísticas empíricas conhecidas sobre a probabilidade. [9]
Falácia de conjunção suposição de que um resultado simultaneamente satisfazendo vários condições é mais provável do que um resultado satisfazendo apenas uma única delas. [9]
Falácia do jogador a crença incoerente de que a probabilidade de um evento randômico pode ser afetada ou predita a partir de outros eventos independentes. [9]
Falácia da mão quente [9]
Falácia de multiplas comparações [9]

Silogísticas Edit

Nome Descrição Outros nomes R
F/I G
Processo ilícito [9]
Maior ilícito um silogismo categórico que é inválido porque o seu termo maior é indistribuído na premissa maior mas distribuído na conclusão. [9]
Menor ilícito um silogismo categórico que é inválido porque ambas as suas premissas são negativas. [9]
Falácia de premissas exclusivas [9]
Falácia do meio não distribuído o termo do meio num silogismo categórico não é distribuído. [9]
Conclusão afirmativa de uma premissa negativa quando um silogismo categórico possui uma conclusão positiva, mas pelo menos uma premissa negativa. [9]
Conclusão negativa de premissa afirmativa [9]
Falácia dos quatro termos um silogismo categórico tem quatro termos. [9]
Meio ambíguo [9]

Quantificacionais Edit

Nome Descrição Outros nomes R
F/I G
Falácia existencial um argumento tem duas premissas universais e uma conclusão particular, mas as premissas não estabelecem a veracidade da conclusão. [9]
Contraposição ilícita [9]
Conversão ilícita Afirmando o consequente [9]
Alguns são/Alguns não são [9]
Mudança quantificadora Uma falácia onde os quantificadores de uma afirmação são erroneamente transpostos.[19] [9]
Scope fallacy [9]

Outras Edit

Nome Descrição Outros nomes R
F/I G
Argumentum ad Logicam assume que se algum argumento para uma conclusão é falacioso, então a sua conclusão é falsa. argumento da falácia [9]
Modal scope fallacy [9]
Scope fallacy [9]
Falácia do homem mascarado a substituição de designadores idênticos numa afirmação verdadeira pode levar a uma falsa. [9]

Falácias informais Edit

Falácias informais são argumentos que são falaciosos por razões diferentes de falhas estruturais (formais).[2]

Unilateralidade Edit

Nome Descrição Outros nomes R
F/I G
Citação fora do contexto [9]

Ambiguidade Edit

Nome Descrição Outros nomes R
F/I G
Citação fora do contexto [9]
Amphiboly [9]
Scope fallacy (veja acima) [9]
Acento [9]
Equívoco o erro equivocado de um termo com mais de um sentido (por encobrir que significado está sendo pretendido num momento em particular). [9]
Meio ambíguo (veja acima) [9]
Falácia de redefinição [9]

Desvio de foco (arenque vermelho) Edit

Nome Descrição Outros nomes R
F/I G
Falácia do espantalho baseado numa má-interpretação da posição do oponente. [9]
Falácia genética quando uma conclusão é sugerida baseada apenas em algo ou na origem de alguém ao invés de seu contexto atual. Isso ignora qualquer diferença a ser encontrada na presente situação, tipicamente transferindo a estima positiva ou negativa do contexto anterior. [9]
Apelo à autoridade quando uma afirmação é considerada verdadeira por causa da posição ou autoridade da pessoa afirmando-a. [9]
Apelo à celebridade [9]
Falácia etimológica quais as razões que o significado original ou histórico de uma palavra ou frase é necessariamente similar com seu significado no momento atual. [9]
Ad hominem ataque à pessoa ao invés de ao argumento. Uma forma desta falácia é o reductio ad Hitlerum. [9]
Envenenando o poço onde informações negativas sobre um alvo são preventivamente apresentadas a uma audiencia, com a intenção de desacreditar ou ridicularizar tudo o que a pessoa-alvo está para dizer. [9]
Tu quoque o argumento afirma que alguma posição é falsa ou errada e/ou deve ser desconsiderada porque seu defensor falha em agir consistentemente de acordo com aquela posição. [9]
Argumentum ad populum quando uma proposição é tida como verdadeira apenas porque muitas pessoas acreditam que ela é verdadeira. Apelo à crença, apelo à maioria, apelo ao povo [9]
Dois errados fazem um certo ocorre quando é aceito que se um errado é cometido, mais um errado irá cancelá-lo. [9]
Tu quoque (veja acima) [9]
Apelo às consequências um tipo específico de apelo à emoção quando um argumento que conclui uma premissa é verdadeira ou falsa dependendo se a premissa leva a consequências desejáveis ou indesejáveis para um grupo em particular. [9]
Argumentum ad baculum quando um argumento é feito através de coacção ou ameaça de força para um oponente. Apelo ao bastão, apelo à força [9]
Wishful thinking um tipo específico de apelo à emoção quando uma decisão é feita de acordo com o que possa ser prazeroso de se imaginar, ao invés de acordo com evidência e razão. [9]
Apelo à emoção quando um argumento é feito devido a manipulação de emoções, ao invés de através de raciocínio válido. [9]
Wishful thinking (veja acima) [9]
Culpado por associação Falácia da má companhia [9]
Reductio ad hitlerum [9]

Sem causa por justa causa Edit

Nome Descrição Outros nomes R
F/I G
Correção não implica causalidade uma frase usada nas ciências e na estatística para enfatizar que correlação entre duas variáveis não implica que uma causa a outra. cum hoc ergo propter hoc [9]
Post hoc ergo propter hoc Falsa causa, correlação coincidental, correção não causalidade. [9]
Falácia de regressão atribui causa onde nenhuma existe. A falha é não ter em conta as flutuações naturais. É frequentemente um caso especial da falácia post hoc. [9]
Falácia do atirador do Texas Escolher o destino após atirar o dardo para garantir de que você está certo. [9]

Imprecisão Edit

Nome Descrição Outros nomes R
F/I G
Falsa precisão [9]
Falácia Continuum aparenta demostrar que dois estados ou condições não podem ser considerados distintos (ou sequer existem) porque entre eles existe um continuum de estados. De acordo com a falácia, diferenças de qualidade não podem resultar em diferença em quantidade. falácia da barba [9]
Apelo à natureza um argumento em que algo é tido como correto ou bom porque é natural, ou considerado incorreto ou mau porque não é natural. [9]

Petitio principii Edit

Nome Descrição Outros nomes R
F/I G
Implorando a questão quando a conclusão de um argumento é implicitamente ou explicitamente assumido em uma de suas premissas. Petitio principii [9]
Palavras/linguagem carregadas [9]
Apelo à natureza (ver acima) [9]
Falsa analogia falsa analogia consiste num erro na substância de um argumento (o conteúdo da própria analogia), não num erro da estrutura lógica do argumento. [9]

Analogia fraca Edit

Nome Descrição Outros nomes R
F/I G
Falsa analogia (veja acima) [9]
Amostra não-representativa [9]
Generalização apressada Falácia de estatística insuficiente, falácia de exemplo insuficiente, falácia do fato solitário, pular para uma conclusão, indução precipitada, secundum quid [9]
Falácia anedótica [9]

Outras Edit

Nome Descrição Outros nomes R
F/I G
Falácia do acidente quando uma exceção da generalização é ignorada. [9]
Argumento da ignorância a falácia de assumir que algo é verdadeiro ou falso porque não foi provado falso ou. Por exemplo: "O estudante falhou em provar que ele não colou no teste, logo ele deve ter colado no teste." Apelo à ignorância [9]
Falso dilema quando duas afirmações alternativas são expostas como sendo as únicas opções possívis, quando na realidade existem mais. Falsa dicotomia [9]
Petição especial quando um proponente de uma posição tenta citar algo como uma exceção de uma regra geralmente aceitada ou princípio sem justificar a exceção. [9]
Falácia de composição quando alguém infere que algo é verdadeiro no todo a partir do fato de que é verdadeiro para alguma (ou mesmo toda) parte do todo. [9]
Falácia de divisão quando alguém raciocina logicamente que algo verdadeiro de uma coisa precisa também ser verdadeira a todas ou algumas de suas partes. [9]

Outras Edit

Nome Descrição Outros nomes R
F/I G
Falácia de muitas perguntas alguém faz uma pergunta que pressupõe algo que não tenha sido provada ou aceita por todas as pessoas involvidas. Esta falácia é comumente utilizada retoricamente, de modo que os limites da questão diretamente replica naqueles que servem à agenda da questão. Questão complexa, falácia de pressuposição, questão carregada, plurium interrogationum. [9]

Segunda organização Edit

Ordem alfabética Edit

Nome Descrição Wikis GL STR LF FF TfT
En Pt
Abstrato[16] Argumentos que se fundamentam num item do mundo abstrato que não existem no mundo físico. O argumento faz uso de evidências que não podem ser testadas.
Acidente Quando uma exceção da generalização é ignorada. A falácia ocorre quando alguém tenta aplicar uma regra geral a uma situação irrelevante, e.g.: 1. Cortar pessoas com facas é um crime. 2. Cirurgiões cortam pessoas com facas. 3. Cirurgiões são criminosos. Generalização defeituosa Irrelevância

Não-oficias Edit

Notas

Referências

  1. Retirado de Falácia na Wikipédia lusófona. Página acessada em 6 de fevereiro de 2015 (link).
  2. 2.0 2.1 2.2 2.3 Retirado de List of fallacies na Wikipédia anglófona. Página acessada em 6 de fevereiro de 2015 (link).
  3. BrianNapoletano (9 de julho de 2008). An Informal Fallacy Primer.
  4. The Illogic Primer (em inglês). Afterall.net.
  5. Downes, Stephen. Guia de Falácias Lógicas do Stephen (em português). Ateus.net. Página visitada em 7 de junho de 2010. & Céticos: Guia de Falácias. Ceticos.com. Página visitada em 4 de maio de 2010. (Disponível também aqui)
  6. Matthew. Lógica & Falácias (em português). Ceticismo, Ciência e Tecnologia (blog). Página visitada em 7 de junho de 2010. & Matthew. Lógicas e falácias (em português). Sociedade da Terra Redonda. Página visitada em 4 de maio de 2010.
  7. A falácia e suas variações (em português). Consciência e Vontade. Página visitada em 7 de junho de 2010. & Página "F" com "Falácia" (em português). Dicionário Escolar de Filosofia. Página visitada em 4 de maio de 2010.
  8. Logical Fallacies: The Fallacy Files (em inglês).
  9. 9.00 9.01 9.02 9.03 9.04 9.05 9.06 9.07 9.08 9.09 9.10 9.11 9.12 9.13 9.14 9.15 9.16 9.17 9.18 9.19 9.20 9.21 9.22 9.23 9.24 9.25 9.26 9.27 9.28 9.29 9.30 9.31 9.32 9.33 9.34 9.35 9.36 9.37 9.38 9.39 9.40 9.41 9.42 9.43 9.44 9.45 9.46 9.47 9.48 9.49 9.50 9.51 9.52 9.53 9.54 9.55 9.56 9.57 9.58 9.59 9.60 9.61 9.62 9.63 9.64 9.65 9.66 9.67 9.68 9.69 9.70 9.71 9.72 9.73 9.74 9.75 9.76 9.77 9.78 9.79 9.80 Taxonomy of logical fallacies (em inglês). Página visitada em 13 de maio de 2010.
  10. Newall, Paul (2005). Introducing Philosophy 16: A Guide to Fallacies (em inglês) pp. 1. Página visitada em 4 de maio de 2010.
  11. Página inicial de Logical Fallacies (em inglês).
  12. LEO: Logic (em inglês).
  13. Index: Fallacies of Distraction -or- Known Mating Calls of the Wild Dittomonkey (em inglês). Positive Atheism.
  14. Schick, Theodore et.al.. Informal Fallacies (em inglês). Positive Atheism.
  15. Fallacy List (em inglês). Página visitada em 11 de maio de 2010.
  16. 16.0 16.1 Anatomy of an Argument (e subpáginas) (em inglês). Página visitada em 14 de maio de 2010.
  17. Fallacies: alphabetic list (unique) (e subpáginas) (em inglês). Página visitada em 15 de novembro de 2014.
  18. Template:Cite book
  19. Retirado de Quantifier shift na Wikipédia anglófona. Página acessada em 8 de fevereiro de 2015.

Veja também Edit

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