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Harmonia dos Evangelhos de Martin Bittencourt/Capítulo 13

< Harmonia dos Evangelhos de Martin Bittencourt

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D
Capítulo 13
Endemoninhados, leprosos e gripados

 

Jesus vai a Cafarnaum Textos de referência
Jesus vai até a cidade. Mc 1:21-22
V Texto Referências
1 Depois, entraram em Cafarnaum, e, logo no sábado, foi ele ensinar na sinagoga.
2 Maravilhavam-se da sua doutrina, porque os ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas.

 

Jesus expulsa um demônio Textos de referência
O Senhor realiza mais um exorcismo. Mc 1:23-28 e Lc 4:33-37
V Texto Referências
3 ¶ Não tardou que aparecesse na sinagoga um homem possesso deb umc espírito de demônio imundoc, o qual bradoub em alta voz:c Mc 23; Lc 33.
4 Ah!c Que temos nós contigo, Jesus Nazareno? Vieste para perder-nos? Bem sei quem és: o Santo de Deus!b, c Mc 24; Lc 34.
5 Mas Jesus o repreendeu, dizendo: Cala-te e sai desse homem. Mc 25; Lc 35.
6 Então,b o demônio[nota 1], depois de o ter lançado por terra no meio de todos,c agitando-o violentamente e bradando em alta voz,b saiu deleb, c sem lhe fazer mal.c Mc 26; Lc 35.
7 Todos ficaram grandemente admiradosc a ponto de perguntarem entre si,b dizendo: Mc 27; Lc 36.
8 Que palavra é esta, pois, com autoridade e poder,c ele ordena aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem!b Mc 27; Lc 36.
9 Que vem a ser isto? Uma nova doutrina![nota 2] Mc 27.
10 E a sua fama corriac célere em todas as direções,b por todos os lugares da circunvizinhançac da Galiléia.b[nota 3] Mc 28; Lc 37.

 

A cura da sogra de Pedro e outros sinais Textos de referência
Jesus cura a sogra de Pedro de febre e, em seguida, outros enfermos. Mt 8:14-17,

Mc 1:29-34 e Lc 4:38-41

V Texto Referências
11 Deixando eles a sinagoga,b, c foram, com Tiago e João, diretamente para a casa de Simão e André.b Mc 29; Lc 38.
12 Ora, a sogra de Simão achava-se enferma,c ardendoa com febre muito altac Mt 14; Lc 38.
13 Tendo Jesus chegado à casa de Pedro, viu a sogra deste acamadaa, e logo lhe falaram a respeitob, rogando-lhe por ela.c Mt 14; Mc 30; Lc 38.
14 Então, aproximando-seb Jesusa, inclinando-se ele para ela,c tomou-a pela mãoa, repreendeu a febre, e esta a deixou.b, c Mt 15; Mc 31; Lc 39.
15 Elaa logo se levantou, passando a servi-los.a, b, c Mt 15; Mc 31; Lc 39.
16 Chegada a tarde,a ao pôr-do-sol,c[nota 4] trouxeram-lhea todos os enfermos eb muitosa endemoninhadosa, b. Mt 16; Mc 32; Lc 40.
17 Toda a cidade estava reunida à porta. Mc 33.
18 E ele curoub todos os que estavam doentesa[nota 5] de toda sorte de enfermidadesb, impondo as mãos sobre cada um,c Mt 16; Mc 34; Lc 40.
19 para que se cumprisse o que fora dito por intermédio do profeta Isaías:[nota 6]
Ele mesmo tomou as nossas enfermidades e carregou com as nossas doenças.
Mt 17.
20 Tambémb, c ele meramente com a palavraa expeliu muitos demônios,b que de muitos saíam, gritando e dizendo: - Tu és o Filho de Deus!c Mt 16; Mc 34; Lc 41.
21 Ele, porém, os repreendiac, não lhes permitindo que falassem,b pois sabiamc quem ele erab: o Cristo.c Mc 34; Lc 41.

 

A viagem com os discípulos pela Galiléia Textos de referência
Jesus e seus novos discípulos fazem nova viagem pela região. Mt 4:23-25,

Mc 1:35-39 e Lc 4:42-44

V Texto Referências
22 E, levantando-se de manhã muito cedo,b[nota 7] saiu, foi para um lugar desertob, c e ali orava.b Mc 35 RC; Lc 42.
23 Procuravam-no diligentemente Simão eb as multidõesc que com ele estavam.b Mc 36; Lc 42.
24 Tendo-o encontrado,b foram até junto dele ec lhe disseram: - Todos te buscam.b -, e instavam para que não os deixasse.c Mc 37; Lc 42.
25 Jesus, porém, lhes disse:b - É necessário que eu anuncie o evangelho do reino de Deus também às outras cidades.c Mc 38; Lc 43.
26 Vamos a outros lugares, às povoações vizinhas, a fim de que eu pregue também alib pois para isso é que eub, c fui enviadoc e vim.b[nota 8] Mc 38; Lc 43.
27 Então, foib JesusMt por toda a Galiléia,b ensinandoa nas sinagogas delesb, pregando[nota 9] o evangelho do reinoMt Mt 23; Mc 39.
28 e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo. Mt 23.
29 E a sua fama correu por toda a Síria; trouxeram-lhe, então, todos os doentes, acometidos de várias enfermidades e tormentos: endemoninhados, lunáticos e paralíticos. E ele os curoua e expeliu os demônios.b[nota 10] Mt 23; Mc 39.
30 E da Galiléia, Decápolis, Jerusalém, Judéia e dalém do Jordão numerosas multidões o seguiam.[nota 11] Mt 25.

 

A cura de um leproso Textos de referência
Jesus cura um leproso, despreza a popularidade e retira-se para um deserto. Mt 8:2-4, Mc 1:40-45 e Lc 5:12-16
V Texto Referências
31 ¶ Aconteceu que, estando ele numa das cidades,c eis quea veio à sua presença um homem coberto de lepra; ao ver a Jesus,c aproximou-se deleb e, prostrando-se com o rosto em terra,c adorou-o, dizendo:a - Senhor,a, c se quiseres, podes purificar-me.a, b, c Mt 2; Mc 40; Lc 12.
32 Jesus, profundamente compadecido,b estendendo a mão, tocou-lhe, dizendo:a, c - Quero, fica limpo!a, b, c Mt 3; Mc 41; Lc 13.
33 Imediatamentea lhe desapareceu a leprab, c, e ficou limpo.a, b Mt 3; Mc 42; Lc 13.
34 Fazendo-lhe, então, veemente advertência, logo o despediu Mc 43.
35 eb ordenou-lhe:Lc - Olha, nãoa, b oa digas a ninguém;a, b mas vaia, b, c,, mostra-te ao sacerdote e oferece, pela tua purificaçãob, c a ofertaa que Moisésa, b, c determinouc, para servir de testemunho ao povo.a, b, c Mt 4; Mc 44; Lc 14.
36 Mas, tendo ele saído, entrou a propalar muitas coisas e a divulgar a notícia,b o que se dizia a seu respeito cada vez mais se divulgava, e grandes multidões afluíam para o ouvirem e serem curadas de suas enfermidadesc Mc 45; Lc 15.
37 a ponto de não mais poder Jesus entrar publicamente em qualquer cidade, mas permanecia fora, em lugares ermosb, e oravac, e de toda parte vinham ter com ele.b Mc 45; Lc 16.

 

Notas
  1. Melhor demônio aqui para não ficar repetitivo e para deixar mais claro que espírito imundo é sinônimo de demônio.
  2. Ficou melhor juntar os dois textos em um só de forma coerente (embora muito polida e, portanto, dificilmente precisa) do que considerá-los distintamente. Se formos notar, é bem provável que havia duas conversações semelhantes no ar, ou uma com várias pessoas dizendo coisas semelhantes, ainda assim distintas, ou simplesmente tratando-se de uma modificação na informação com o passar do tempo (já que ambas as narrativas vêm dos autores de evangelhos que não foram testemunhas oculares).
  3. Melhor a sua fama corria célere a então, correu célere, pois o segundo dá a idéia de uma maior relação entre a expulsão do demônio enquanto que a primeira parece considerar melhor tanto isso quanto a pregação na sinagoga e nas outras ocasiões; uma menção mais genérica, abrangente.
  4. Aqui podemos colocar tanto as passagens de Mateus e Marcos reunidas, como eu fiz, como também poderíamos colocar Lucas: "todos os que tinham enfermos de diferentes moléstias lhos traziam;" - Lc 40. Todavia, me pareceu melhor o primeiro do que Lc.
  5. Ou como afirma Mc, "ele curou muitos doentes".
  6. Embora eu tenha colocado Mt 17 aqui, este não é o local correto; o fiz porque daí o texto não fica "quebradiço" e porque não chega a quebrar o sentido. A passagem em Mateus foi colocada após a menção tanto das curas quanto dos exorcismos, enquanto que eu a coloquei antes destes últimos. Como a passagem de Isaías se refere às doenças, não chegou a ser problema.
  7. Mc 1:35 trás: "Tendo-se levantado alta madrugada, saiu...", enquanto que Lucas fala em "sendo dia". Estando isso em contradição, optei por usar a tradução Almeida Revista e Corrigida, que não possui tal problema.
  8. Embora pareça meio redundante, creio que foi útil marcar isso porque nos trás junto o ensinamento de obedecermos às ordens de Deus.
  9. Embora num dos evangelhos o termo "pregando" tenha sido empregado no lugar de "ensinando" nas sinagogas, optei por não colocar ambos para que não ficasse repetitivo neste ponto.
  10. Nota-se que há a aparência de que o relato de Mateus é o mesmo que de Marcos e Lucas. Todavia, a menção da Galiléia no v. 23 e as várias cidades/regiões do v. 25 sugerem que se trata da continuação dos textos de Mc e Lc, uma versão mais detalhada de Mc 39 e possivelmente Lc 44.
  11. Podemos notar que a menção de sinagogas da Judéia entra em aparente conflito com o relato de Jesus de desejar pregar em cidades vizinhas (Mc 38), já que o desenrolar da narrativa indica que Jesus estava na Galiléia. Talvez o termo "Judéia" de Lc foi mal-traduzido ou foi uma referência mais genérica, imprecisa, equivalente a "por ali". Por outro lado, a menção de que pessoas da Judéia seguiam Jesus em Mt 25 indica, daí em perfeita harmonia, que Jesus talvez pregou mesmo em algumas sinagogas da Judéia, de onde atraiu seguidores, embora tendo-se concentrado na Galiléia, local anteriormente planejado. Embora esta última visão entre em maior harmonia com a doutrina de inerrância bíblica, optei pela primeira já que não consegui conciliar os textos harmoniosamente.


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Martin Bittencourt · Bíblia de estudo

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