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Nota: Este artigo está sendo revisto para uma tradução da página da Wikipédia inglesa. Veja também: Existência de Deus (Wikipédia)

Parte da série sobre
Deus

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Argumentos a favor e contrários à existência de Deus têm sido propostos por cientistas, filósofos, teólogos e outros desde muito tempo atrás na tentativa de se mostrar que tal deidade necessariamente ou provavelmente existe, ou então que definitivamente ou provavelmente não existe. Em terminologia filosófica, argumentos da "existência-de-Deus" são do interesse de escolas do pensamento na epistemologia da ontologia de Deus.

O debate sobre a existência de Deus levanta muitas questões filosóficas. Um problema básico é que não há nenhuma definição de Deus ou de existência que seja universalmente aceita. Algumas definições da existência de Deus são tão não-específicas que é certo que algo existe que fecha com a definição; em forte contraste, há sugestões de que outras definições são auto-contraditórias (veja argumento das propriedades incompatíves). Outra questão está relacionada entre as crenças de diversas religiões, normalmente focando-se no problema da possibilidade da existência de várias divindades (politeísmo) ao invés de uma só, como normalmente a questão é abordada. Isso se dá pelo fato desta discussão ser mais amplamente abordada pelo Ocidente, focado nas duas grandes religiões monoteístas (Judaísmo e Islamismo) e no Cristianismo.

Apesar de raramente ser estudado cientificamente, a questão da existência de Deus é assunto de vários debates tanto em filosofia [1] — sendo a filosofia da religião quase que totalmente voltada para esta questão - e em cultura popular.

Normalmente a questão da existência de Deus tende para o lado de provar ou desprovar a existência de tal entidade ao invés de abordar a questão por outro ângulo qualquer. Normalmente isto é feito focando-se em suas propriedades, i.e. atributos. Neste âmbito, as discussões tendem a se direcionar para os argumentos que podem ser ou à favor ou contra a existência de Deus. Uma grande variedade de argumentos já foram criados e que podem ser categorizados como metafísicos, lógicos, empíricos, ou subjetivos. Segundo o ponto de vista cristão, todavia, estes argumentos nunca são capazes de provar a existência de Deus ou desprová-la pelo fato de o ser Deus, de acordo com as definições mais aceitas (um ser onisciente, onipresente, onipotente, benigno, etc.), é, sob certo aspecto, um ser complexo, e os argumentos normalmente são focados em alguns de seus atributos ao invés do ser inteiro, impedindo que sejam fortes o suficiente para defender a existência de tal entidade (por exemplo, o argumento cosmológico Kalam atesta a existência de um criador transcendente, inteligente e pessoal, mas não consegue mostrar que Deus é benigno ou onisciente; por outro lado, o problema do mal tenta mostrar que é impossível que haja um ser que seja onipotente, onisciente e benevolente ao mesmo tempo, o que não significa que um ser com apenas duas destas características não exista). Ao final, somente o conjunto de vários argumentos, uma vez validados, poderia indicar a existência ou não de um ser tal qual o Cristianismo defende e, se isso não ocorresse, haveria um tendência da discussão filosófica se voltar para alguma forma de deísmo.

Referências

  1. Veja eg The Rationality of Theism quoting Quentin Smith "God is not 'dead' in academia; he returned to life in the late 1960s". They cite "the shift from hostility towards theism in Paul Edwards's Encyclopedia of Philosophy (1967) to sympathy towards theism in the more recent Routledge Encyclopedia of Philosophy

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