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Argumento da intencionalidade

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O argumento da intencionalidade (ou da tematicidade[1]) é um argumento para a existência de Deus. Sobre ele, o filósofo cristão Alvin Plantinga escreve:[2]

Considere proposições: as coisas que são verdadeiras ou falsas, que são capazes de serem acreditadas, e que se mantém em relações lógicas entre si. Elas também têm uma outra propriedade: tematicidade ou intencionalidade. (não intensionalidade, e não pensando em contextos em que termos co-referenciais não são substituíveis salva veritate) Representam a realidade ou alguma parte dela como sendo assim e assim. Isto é crucialmente conectado com o seu ser verdadeiro ou falso. Difere de, por exemplo, conjuntos (que é a verdadeira razão porque uma proposição não seria um conjunto de mundos possíveis, ou de quaisquer outros objetos.)

Muitos têm pensado ser incrível que proposições existiriam à parte da atividade de mentes. Como elas poderiam apenas estar lá, se nunca foram pensadas? (Sellars, Rescher, Husserl, muitos outros; provavelmente nenhum platonista real além de Platão antes de Frege, se de fato Platão e Frege eram platônicos.) (e Frege, aquele alegado arco-Platonista, referiu-se a proposições como gedanken.) Conectado com intencionalidade. Representando as coisas como sendo assim e assim, sendo sobre uma coisa ou outra - isto parece ser uma propriedade ou atividade de mentes ou talvez pensamentos. Então é extremamente tentador pensar em proposições como ontologicamente dependentes de atividade mental ou intelectual de tal forma que, ou eles são apenas pensamentos, ou então de qualquer forma não poderiam existir se não fossem pensados. (De acordo com a tradição idealista começando com Kant, proposições são essencialmente julgamentos.) Mas se estamos pensando em pensadores humanos, então há demasiadas proposições: pelo menos, por exemplo, uma para cada número real que é distinto do Taj Mahal. Por outro lado, se elas fossem pensamentos divinos, nenhum problema aqui. Então talvez nós devêssemos pensar em proposições como pensamentos divinos. Então, em nosso pensamento nós literalmente estaríamos pensando os pensamentos de Deus depois dele.

(Aquino, De Veritate "Mesmo se não houvesse intelectos humanos, poderiam haver verdades por causa da sua relação com o intelect divino. Mas se, per impossibile, não houve quaisquer intelectos, mas as coisas continuassem a existir, então não haveria essa realidade como verdade.")

Este argumento vai apelar para aqueles que pensam que a intencionalidade é uma característica das proposições, que há várias proposições, e que a intencionalidade ou tematicidade depende da mente de tal forma que não poderia haver algo p sobre algo onde p nunca tinha sido pensado.

Referências

  1. Tradução do Google para Aboutness
  2. Plantinga, Alvin. Two Dozen (or so) Theistic Arguments - Lecture notes by Alvin Plantinga (em inglês). Página visitada em 20 de abril de 2010.


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